Duas rodas de tamanho igual são a base desse velocípede não-motorizado tão popular pelo mundo e que está ganhando cada vez mais adeptos pelo Brasil. A etimologia da palavra bicicleta vem da soma da palavra latina bis, que significa dois, mais a palavra grega kýklos, que quer dizer círculo ou roda. Entre os usuários, ela ganhou vários outros nomes, e passou a ser chamada, na gíria, de gangorra, camelo e ginga, que são algumas formas que o Dicionário Aurélio cita ou outros que se ouve por aí, bici, bike, grela, magrela, zica, entre outras.

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) designa a bicicleta como um veículo não-motorizado de tração humana. Ou seja, o mecanismo do veículo consiste em duas rodas presas a uma armação chamada quadro, que por meio de dois pedais são impulsionadas pela força das pernas do ciclista, que pedala com o intuito de sair do lugar. A força das pedaladas é recebida por uma coroa dentada que transfere o movimento a um pinhão na roda, graças a uma corrente. O movimento é controlado pelo guidão e pelo sistema de freios.

Entretanto, se a bicicleta conhecida atualmente é assim, foi graças a uma série de modificações aplicadas ao longo da história. Ela aparece tanto no campo industrial como no cultural e no social, pois esteve presente nas guerras e cumpre uma importante função social na Índia e na China, que possui a maior frota do mundo.

 


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